Fofa!! Gatinha de 3 meses para adoção - Fortaleza/Ce

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Tem aproximadamente 3 meses e já foi vermifugada!


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Coreanos eram principais clientes de restaurante fechado por vender carne de cachorro em SP

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Por: Leonardo Guandeline e Marcelle Ribeiro, O Globo




SÃO PAULO - Um dos dois restaurantes interditados nesta quinta-feira no bairro do Bom Retiro, região central de São Paulo, após denúncia de venda de carne de cachorro era frequentado principalmente por pessoas da comunidade coreana de São Paulo. A Polícia Civil, com a ajuda de uma intérprete, descobriu que o cardápio, escrito em coreano, oferecia um prato à base de carne de cachorro vendido por R$ 250. O menu, inclusive, era ilustrado com uma gravura do animal.

A 2ª Delegacia de Saúde Pública do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPCC) chegou aos estabelecimentos - nas ruas Guarani, 204, e Silva Pinto, 423 - depois de receber uma denúncia. Segundo a polícia, há ligação dos restaurantes com um abatedouro onde cães eram mortos, no município de Suzano , na Grande São Paulo. Quatro pessoas foram detidas - dois proprietários de um dos restaurantes e um casal responsável pela captura e morte dos cães - e outras quatro foram levadas para a delegacia. Outros estabelecimentos da região estão sendo investigados. Os restaurantes foram interditados e multados pela Vigilância Sanitária Municipal.

Num freezer encontrado no abatedouro clandestino estavam 60 quilos de carne de cachorro preparados para envio aos restaurantes. Dois gatos inteiros, congelados, estavam armazenados, mas a polícia não sabe o destino que seria dado a eles. Segundo o delegado Anderson Pires Giampaoli, responsável pela investigação, os restaurantes compravam em média 10 cães por semana.

Segundo vizinhos dos estabelecimentos no Bom Retiro, os clientes vinham principalmente à noite e chegavam em carros de luxo.
- O pessoal da comunidade coreana frequenta sempre o restaurante à noite. São pessoas que chegam aqui em 'carrões'. Quem trabalha na região nem imaginava que eles vinham comer carne de cachorro - diz Sandro Félix, motoboy, vizinho de um dos restaurantes.

- Trabalho há muito tempo na região e aqui tem vários restaurantes coreanos. Não sei se vendem carne de cachorro, mas o movimento é grande principalmente de gente da colônia - disse o comerciante Edson Freitas, que trabalha na região há 43 anos.

Segundo ele, o movimento em todos os restaurantes do Bom Retiro costuma ser maior à noite, quando a maior parte da lojas já fechou.

O estabelecimento que oferecia a carne de cachorro, localizado na Rua Silva Pinto tem fachada discreta, sem placas que anunciem tratar-se de um um restaurante típico. Um corredor leva às mesas. Somente quem conhece o lugar, sabe que ali são servidas refeições. Nesse estabelecimento, a Vigilância identificou carnes impróprias para consumo e coletou amostra de carne não identificada.




O outro estabelecimento, localizado na Rua Gaurani, apesar de pequeno, tem identificação na fachada, mas não teria alvará de funcionamento, segundo a polícia. O local, além de carnes impróprias para o consumo, os fiscais constataram sujeira na cozinha e na área das mesas, além de falta de roupas adequadas dos funcionários para preparo dos alimentos.

Os dois estabelecimentos, ainda de acordo com a polícia, tinham relação com o abatedouro clandestindo em Suzano. Um deles comprvava a carne do local, segundo apurou a polícia. No outro estabelecimento o telefone do abatedouro foi encontrado em uma agenda sobre o balcão.

Na tarde desta quinta-feira, agentes da Polícia Civil e da Vigilância Sanitária estiveram nos estabelecimentos e recolheram amostras da carnes para análise. Uma amostra do material será levada para o laboratório da Vigilância Sanitária municipal para análise de DNA.

Segundo Flávio Damas, técnico da Vigilância Sanitária municipal, só o exame poderá comprovar mesmo tratar-se de carne de cachorro.

- Nós já identificamos carne de peixe e bovina. Recolhemos amostras da carne que não conseguimos identificar. O próximo passo é realizar uma análise - diz Damas.

Abatedouro clandestino funcionava nos fundos de borracharia

O abatedouro funcionava nos fundos de uma borracharia e os cães eram capturados nas ruas, atraídos com ossos e carne. No quintal, eram engordados e ficavam à espera das encomendas. O abate era comandado pelo casal Roberto Moraes, de 46 anos e Roseli Nascimento, de 39 anos. Os dois foram presos na manhã desta quinta-feira no abatedouro, no bairro Miguel Badra.

Segundo a polícia, Moraes era responsável pela captura dos cães e pelo abate, feito a machadadas. A mulher dele fazia o contato com os restaurantes.

O esquema de captura de cães para consumo humano existia há três anos. Cada animal morto era vendido por R$ 180 a R$ 220. No quintal do abatedouro, a polícia encontrou um cachorro ainda vivo que seria abatido, duas mesas, ganchos, restos de animais queimados e outros equipamentos.

Os quatro presos vão responder por crime contra as relações de consumo, contra o meio ambiente e por formação de quadrilha.

- O casal alega que não via problema na prática e queria ganhar um dinheiro extra - diz o delegado.

Segundo a polícia, as partes dos cães que não conseguiam aproveitar eram incineradas no próprio local de abate.

Como os cães eram capturados nas ruas, a polícia suspeita que poderiam ter doenças transmissíveis ao ser humano.

No abatedouro foi apreendida uma agenda e a polícia investiga se outros restaurantes adquiriam a carne de cachorro. Os quatro envolvidos, se condenados, podem pegar de três a 10 anos de prisão.

Hábito cultural

Se no Brasil a venda e o consumo de carne de cachorro são proibidos, na Coréia do Sul, o prato é facilmente encontrado em restaurantes da capital Seul e de outras cidades. Está na cultura dos coreanos degustar essa carne, assim como fazem os vietnamitas e os chineses. Nos últimos anos, entretanto, com o aumento do fluxo de turistas que visitam o país, o governo trabalhou para esconder esse hábito. O objetivo era não chocar os visitantes. Nos Jogos Olímpicos de 1988, em Seul, por exemplo, vários restaurantes cuja especialidade era a carne de cachorro foram fechados.

Hoje, os locais que oferecem a iguaria não fazem propaganda escancarada na entrada, mas quem quer provar o prato não tem dificuldade em encontrar. Basta ter um bom guia coreano. O que também choca os menos acostumados a comer a carne de cachorro é a forma como o prato é preparado. Os chefs de cozinha coreanos costumam matar o animal por enforcamento ou espancamento, métodos considerados ideais para obter uma carne mais macia.

Coreanos são maioria no Bom Retiro

Os coreanos começaram a chegar ao bairro do Bom retiro nos anos 80. Eles compraram a maior parte do comércio local, que era administrado por imigrantes judeus, que se aposentaram ou morreram, e os filhos decidiram não levar o negócio adiante. Os judeus foram gradativamente saindo do bairro, e se mudando para Higienópolis ou Jardins.

O que antes era comércio familiar, na mão dos judeus, tornou-se uma estrutura empresarial com os coreanos. Além dos negócios, eles compraram casas e apartamentos do bairro. Atualmente, os coreanos representam cerca de 70% das 1.200 empresas do Bom Retiro, segundo dados da Câmara de Dirigentes Lojistas do bairro.

HACHIKO - A História de um cachorro

RICHARD GERE PROTAGONIZA O REMAKE HACHIKO: A DOG’S STORY





As inúmeras fãs de Richard Gere vão gostar de saber…em dezembro chegará por aqui o filme Hachiko: A Dog’s Story, que é um filme baseado em uma história real sobre um cão japonês Hachikō. Na verdade é mais um remake, dessa vez de um filme japonês, de 1987, Hachiko monogatari (veja abaixo o trailer das duas versões) .

O drama, que tem direção de Lasse Hallström, é baseado em fatos reais e conta a história sobre o relacionamento entre um cão da raça Akita e seu dono. Após vários anos de convivência, o cão chamado Hachiko permaneceu por toda uma década esperando seu dono voltar, quando na verdade ele havia morrido. O ator Richard Gere será no filme um professor universitário que levará o cachorro para casa, desenvolvendo, a partir de então, um forte laço afetivo com o cão, que encontra abandonado numa estação de trem.

Hachiko, muito popular no Japão, é celebrado todos os anos como símbolo da fidelidade e tem até uma estátua em sua homenagem numa praça em Tóquio.

Alguém duvida que o filme será um enorme sucesso? Não só por ser estrelado por Gere, mas pela história real e emocionante envolvendo um cãozinho. O longa também tem no elenco Joan Allen.

Confira abaixo o trailer de Hachiko: A Dog’s Story, que tem previsão de chegar por aqui em 25 de dezembro de 2009.

Hachiko monogatari

http://www.youtube.com/watch?v=1FhEh3DxJOY - LEGENDADO

Fonte: Tribuna Animal

Moradores denunciam matança de 85 cães em Ubajara/CE

terça-feira, 1 de dezembro de 2009



Mesmo sem comprovação de que estavam doentes, cães foram sacrificados no município de Ubajara

Ubajara/CE - "Todos os cães e gatos encontrados soltos na rua e que forem capturados serão sacrificados. Está no Código de Postura do Município", disse o secretário de Saúde deste município, Grijalva Parente Costa, ao justificar a matança, de uma só vez, de pelo menos 85 cães, capturados porque estavam soltos pelas ruas da cidade. Os animais foram sacrificados na tarde da última sexta-feira.

Os animais, capturados por uma equipe formada por agentes do Centro de Zoonoses de Tianguá e da Secretaria de Saúde de Ubajara, não foram examinados para saber se haveria a necessidade ou não do sacrifício. Mesmo assim aqueles que não tiveram tempo de ser recolhidos pelo dono e que permaneceram no alojamento sofrerem eutanásia, com injeção letal à base de cloreto de potássio, levando à morte sem dor.

A forma como os animais eram submetidos à eutanásia, todos amontoados em um dos galpões do parque de exposição deste município, chamou a atenção dos moradores que resolveram denunciar (eles preferiram não se identificar). Os cães, segundo os denunciantes, eram sacrificados em questão de minutos para, em seguida, serem colocados na carroceria de um carro e levados até o lixão, onde foram incinerados e enterrados.

"Eles chegaram aqui no início da tarde e despejaram todos os cães nesta vala. Em seguida queimaram todos. Dava para ver, muitos não estavam doentes", disse o catador de lixo, Francisco Luiz do Nascimento, que levou a reportagem do Diário do Nordeste até o local onde os cães foram cremados. Muitos moradores do Bairro São Sebastião, periferia da cidade, se sentiram revoltados com o trabalho do pessoal da carrocinha.

"Eles só queriam pegar os animais mansinhos. Cães vadios mesmo eles não levaram nenhum", disse a dona de casa Francisca Rodrigues, que prendeu os seus dois cães dentro de casa durante a operação.

Grijalma Parente informou ainda que a ação foi motivada por reclamação que partiu da própria comunidade, que devido à falta de alojamento para esses animais, muitos vivem perambulando e mendigando comida ou arrumando briga com outros animais, se sentem ameaçada. "A captura desses animais não é uma constante, isso depende de denúncia", reforça o secretário de Saúde.

A dona de casa Rita Moreira, que teve seu cão apreendido pela equipe de capturas, se dizia indignada com ação. "Eu não estava em casa, eles pegaram o cachorro na rua e levaram para o canil. Mandei meu filho ir lá buscar, mas eles disseram que teria que pagar R$ 4. Quando meu filho voltou para pegar eles já tinham matado o animal", contou Rita.

O secretário disse ainda que, nos últimos dois anos, o município registrou quase 40 casos de calazar, mas que só três desses casos foram do tipo visceral.


ENQUETE DO JORNAL DIÁRIO DO NORDESTE


Você achou correta a apreensão e sacrifício dos animais?


ANDREIA PEREIRA DE SOUSA
37 ANOS
Dona de casa
"Não concordo com o que fizeram. Eles só procuram prender os animais que têm dono, os vadios e doentes estão soltos"


MARIA CUNHA FREITAS
66 ANOS
Aposentada
"Sim, porque esses animais ficam soltos pelas ruas da cidade e podem se tornar um perigo constante para a saúde pública"


Marcilene Rodrigues da Silva
13 ANOS
Estudante
"Fiquei muito nervosa quando a carrocinha chegou para pegar os cachorros e corri para prender os meus. Não é certa a ação"


CRIME AMBIENTAL

A presidente da União Internacional Protetora dos Animais (Uipa), no Ceará, Geuza Leitão, faz um alerta sobre os casos de sacrifícios de animais de forma irregular. Nos casos de eutanásia de cães devido ao calazar, a doença deve estar comprovada por exame, para justificar a morte dos bichos, que deve proceder sem causar sofrimento aos mesmos. Caso contrário, pode ser caracterizado como crime ambiental, previsto pela Lei Federal nº 9.605. A legislação é clara: "Artigo 32 - Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: Pena: detenção, de três meses a um ano, e multa; Parágrafo 2º - A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre a morte do animal". Já no decreto federal nº 6.514, de 22 de julho de 2008, é taxativo em seu Artigo 29: "Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: Multa de R$ 500,00 a R$ 3.000,00 por indivíduo".


MAIS INFORMAÇÕES

Secretaria de Saúde de Ubajara
Rua Luis Pereira, 514
Centro
(88) 3634.1300
WILSON GOMES
Colaborador

Fonte: Tribuna Animal

Assassinos do “cão de Quintão” vão a julgamento



 Há chance de prisão para os jovens que mataram animal a pauladas e gravaram a crueldade. Abaixo-assinado da ARCA Brasil pode fazer a diferença

“Maus-tratos aos animais no Brasil não dão em nada”. Felizmente a frase que simboliza a falta de esperança de quem denuncia injustiças contra os bichos torna-se, aos poucos, falsa. Um levantamento feito pela ARCA aponta pelo menos 15 casos de condenação de atos de agressões contra animais no país, a maioria deles nos últimos 4 anos (veja o quadro). Este número até pode ser considerado elevado se levarmos em conta que até então as ocorrências terminavam em acordos entre as partes, antes mesmo do julgamento (transação penal).

No emblemático caso do “cão de Quintão”, a promotoria não cedeu e o julgamento está com data marcada: nove de março de 2010. “Fizemos o possível juridicamente para os jovens não receberem os benefícios. Assim, não houve impedimento do processo criminal.”, explica Ricardo Schinestsck, promotor de Justiça de Palmares do Sul responsável pelo processo. Para ele, chegar a essa etapa já é uma conquista: “Não temos as instituições para fazer cumprir a lei, daí a importância de conquistar essa jurisprudência [seqüência de decisões jurídicas com uma mesma tendência]”.

As assinaturas colhidas pela ARCA Brasil farão parte da argumentação de Schinestsck durante o julgamento. Com base em sua exposição, assim como a do advogado de defesa, o juiz irá formar uma sentença, e, caso haja condenação, decidirá qual a gravidade da pena.

“A singularidade desse caso está justamente em seu potencial de exposição. É inaceitável que pessoas produzam e veiculem esse tipo de filme – assassinato de um animal indefeso aos risos – em uma rede social”, desabafa Marco Ciampi, presidente da ARCA Brasil. De acordo com ele as imagens, associadas à falta de punição podem aumentar a violência contra os animais. “Não podemos deixar isto acontecer impunemente. É preciso mostrar ao sistema judiciário que queremos os acusados na cadeia. Por isso precisamos do maior número de assinaturas possível.”, complementa.

O promotor receberá as assinaturas recolhidas pela ARCA Brasil em dezembro. O número coletado até agora já equivale a um terço da população de Balneário Quintão, onde o crime aconteceu, com 12 mil habitantes. O caso chegou a criar alarde internacional e até entidades de Buenos Aires entraram em contato para saber como o processo será desenrolado.

Acredite! Podemos fazer esse número tornar-se ainda maior! Repasse a todos os seus contatos agora mesmo: o resultado deste julgamento poderá influenciar decisões futuras em outros casos de maus-tratos.



A ARCA Brasil acredita que as vitórias nos tribunais merecem nosso apoio para que se tornem cada vez mais freqüentes e a legislação se fortaleça. Por isso preparamos esse importante levantamento, com condenações baseadas no artigo 32 da Lei nº 9605, que proíbe "Praticar ato de abuso e maus-tratos à animais domésticos ou domesticados, silvestres, nativos ou exóticos ":


Casos de condenações:

01) Abandono (Florianópolis, SC – 2003)
A partir da denúncia feita pela ong Amigos dos Animais, um homem, identificado pela placa do veículo que dirigia, foi condenado a doar meio salário mínimo para o GAPA (Grupo de Apoio aos Portadores de AIDS).

Acusação: abandonar um poodle em uma grande avenida.

Fonte: Poder Judiciário de Santa Catarina.

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02) “Serial Killer” (Recife, PE - 2005)
O servidor federal José Epaminondas da Rocha, 50 anos, foi condenado com base no art. 32 da Lei nº 9605, a pena de 12 meses de reclusão em regime semi-aberto e multa de dez reais por dia durante a prisão. Não se sabe se o advogado de defesa recorreu.

Acusação: envenenamento de 20 gatos e um cachorro pertencentes à sua vizinha, Lindalva Barros da Silva, que passou a suspeitar do matador desde 1998, quando ocorreu a primeira morte. Após suas denúncias, a polícia passou a investigar.

Fonte: JC OnLine.

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03) Vai pra cadeia por matar cachorro (Almirante Tamandaré, PR - 2006)
O juiz Jaime Souza Pinto Sampaio, de Almirante Tamandaré, condenou o representante comercial Bernardo Ernesto Nunes da Silva a um ano de detenção + doze dias-multa. Após recurso, a pena foi reduzida para prestação de serviços comunitários à escola Municipal, oito horas por semana, durante sete meses.

Acusação: envenenar “Pisco”, cachorro da raça basset, que pertencia a seus vizinhos Marcelo dos Santos e Maria Letícia Mendonça Furtado.

Fonte: Paraná Online.

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04) Justiça condena dois por maus tratos (São Vicente – SP – 2006)
O caso foi levado à Vara do Juizado Cível e Criminal, que acatou a denúncia de crime de crueldade contra animais oferecida pela promotora de Justiça Flávia Maria Gonçalves. A juíza Fernanda Souza Pereira de Lima Carvalho, do Juizado Especial Cível e Criminal de São Vicente condenou os dois acusados, com base no art. 32 da Lei Nº 9605. Josefa teve que ressarcir a proprietária do animal, Rita de Cássia Vieira dos Santos, em 19 parcelas de R$ 30, pelos gastos com veterinário e cirurgias. Moacir foi condenado a prestar serviços toda quarta-feira, por um período de três horas, durante dois anos. Ele ainda teve que comparecer mensalmente ao cartório informando e justificando suas atividades.

Acusação: Josefa J. da Conceição Cabral, de 68 anos, e seu enteado, Moacir Donato da Silva, foram condenados por maus tratos praticados contra um cachorro de nome Negão. Ambos teriam sido responsáveis pela mutilação do animal, um vira-lata cujo único crime teria sido cruzar com a cadela Dira. A idosa e seu enteado teriam castrado o cachorro durante a cópula.

Fonte: A Tribuna Online.

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05) Mutilou cachorro (Bocaiúva, PR - 2006)
Condenado com base no Art. 32 da lei 9.605 a cinco meses de detenção (perda de liberdade em regime aberto) e multa de dez salários mínimos vigentes na época, destinados ao Conselho da Comunidade daquele Foro Regional.

Acusação: Claudinei S. Viana mutilou um cão conhecido como Falcão, cortando-lhe as duas patas traseiras por suspeitar que o animal houvesse comido algumas de suas galinhas.

Fonte: Gazeta do Povo.

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06) Cadela Preta (Pelotas, RS - 2007)
O estudante Alberto Conceição da Cunha Neto, 23 de idade, foi condenado pelo juiz José Antônio Dias da Costa Moraes, do Juizado Especial Criminal de Pelotas (RS), a um ano de detenção em regime aberto no Presídio Regional daquela cidade. Na sentença, o juiz não permite a reversão da detenção em pena alternativa, e estipula ainda o pagamento de uma multa.

Acusação: Cunha Neto era o réu contra quem pesava a acusação mais forte, no processo aberto em 2005, denunciado por ser um dos responsáveis pela morte da cadela Preta e como proprietário e motorista do carro que arrastou o animal pelas ruas do Centro de Pelotas, em 9 de março daquele ano.

Fonte: www.espacovital.com.br.

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07) Condenado por abandonar Lilica (Bauru, SP - 2007)
O juiz Jaime Ferreira Menino, da 2ª Vara Criminal de Bauru, condenou o lavrador Alex Aparecido Caldeira a três meses e 15 dias de detenção (os quais puderam ser cumpridos em liberdade), além de multa de R$ 140.

Acusação: abandonar uma cadela ao mudar-se de casa. Alex Aparecido Caldeira deixou “Lilica” amarrada ao trocar de residência e o animal foi obrigado a se alimentar das próprias fezes até ser encontrado, após quinze dias.

Fonte: Jornal da Tarde.

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08) Condenado criminalmente por surrar cachorro (São Gabriel, RS - 2007)
Após recurso, foi mantida a decisão da pena de três meses de detenção, em regime aberto, mais e pecuniária de 10 dias-multa contra Claudiomir Menezes Falk pelo crime tipificado no artigo 32 da Lei nº 9.605/98.

Acusação: Claudiomir surrou, com crueldade e em via pública, o seu próprio cão, que uivava de dor. De acordo com testemunhas, ele usou uma corda ou corrente. Após intercederem ele parou, mas logo recomeçou, até que chamaram a polícia.

Fonte: Ministério Público do Rio Grande do Sul.

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09) Matou o próprio animal (Feira de Santana, BA - 2007)
Dorgival Nunes foi condenado a prestar serviços, cuidando de cães e gatos de uma ong.

Acusação: matar sua cadela de estimação em Feira de Santana na Bahia. Após ser denunciado por um vizinho, ele assumiu o crime e foi processado judicialmente.

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10) Justiça gaúcha condena carroceiro por maltratar cavalo (Porto Alegre, RS - 2007)
O Juizado Especial Criminal do Rio Grande do Sul condenou um homem a prestar serviços à comunidade, por maltrato a animal. Os benefícios da transação penal não foi proposto ao réu, por já haver antecedentes criminais.

Acusação: agressão a cavalo forçado a puxar uma carroça com excesso de peso. Conforme a denúncia do Ministério Público, o carroceiro atingiu a cabeça e a cara do animal com um facão. Ele foi levado à delegacia por um policial que passava no local. O relator do recurso, juiz Alberto Delgado Neto, destacou que a existência do fato e a sua autoria ficaram comprovadas pela prova testemunhal e pelo boletim de ocorrência. “Houve consciente e evidente prática de maus tratos a animal domesticado, que inclusive estava muito debilitado em função das agressões desmedidas praticadas pelo réu, conforme depoimento do policial militar”.

Fonte: www.cojur.com.br.

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11) Agressão a felino (Taubaté, SP - 2007)
A Justiça de Taubaté condenou o estudante universitário Guilherme Lobato de Abreu, de 26 anos, a pagar multa de R$ 200 em fraldas geriátricas. A decisão foi do juiz Eduardo Sugino, da 2ª Vara Criminal.

Acusação: O estudante do curso de Direito teria agredido a gata que dormia próximo ao portão de sua casa em novembro de 2006.

Fonte: Agência Estado.

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12) Envenenou cão do vizinho (Erval Grande, RS – 2007)
Edir Carlos Balena condenado pela sentença de primeiro grau, por maus tratos a animal, teve o apelo negado pela Turma Recursal Criminal dos Juizados Especiais do RS. A condenação foi fixada em três meses e 15 dias de detenção, em regime aberto, e 30 dias-multa no valor de um trigésimo do salário mínimo vigente à época do fato.

Acusação: envenenamento do cachorro de seu vizinho. O cão Thor, da raça bulldog inglês, morreu poucos minutos após ingerir estricnina. Os fatos se passaram no Município de Erval Grande (RS) - apenas 5.460 habitantes, situado no norte do Estado.

Fonte: www.jurisway.org.br.

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13) Condenado por maltratar cavalo (Florianópolis, SC - 2009)
Uma ação por crime ambiental movida pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) resultou na condenação de Elias Voltz a quatro meses de prisão em regime aberto e ao pagamento de 12 dias-multa. O juiz Samir Oseas Saad permitiu que a pena fosse substituída por prestação de serviços à comunidade na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), pelo mesmo período da condenação.

Acusação: maltrato a cavalos que utilizava como animais de tração. Na ação, o Promotor de Justiça Rui Arno Richter, relata que, em abril de 2008, Elias fazia mudança do Bairro Campeche para o Bairro Santa Mônica, com uma carroça puxada por dois cavalos, quando um deles caiu e não teve forças para levantar. O caso teve repercussão na mídia catarinense. Laudo veterinário posterior apontou que o animal estava anêmico, debilitado, com lesões no corpo e sem a proteção de ferraduras.

Fonte: Diário Catarinense e G1.

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14) Matou cão abandonado a facadas (São Marcos, RS - 2009)
A Turma Recursal Criminal dos Juizados Especiais do Estado condenou homem no Município de São Marcos a pena de 4 meses e 20 dias de detenção, que deve ser substituída por restritiva de direito, além de impor multa. Sendo a condenação inferior a seis meses, é impossível a substituição por prestação de serviços à comunidade. O Juiz responsável pela execução definirá qual será a pena restritiva de direito em substituição à privativa de liberdade.
Acusação: atraiu para a residência dele cão abandonado, pisou no pescoço para imobilizar o cachorro e o matou com diversas facadas.

Fonte: Carta Forense.

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15) casal abandona vira-lata que morreu (Cascavel, PR - 2009)
O casal foi condenado pela Justiça do Paraná a pagar R$ 965,00.

Acusação: abandonar um cão vira-lata que acabou morrendo na cidade.

Fonte: Folha de S.Paulo.




Fonte: Arca Brasil

Comissão vai debater lei que trata de maus-tratos a animais

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

A Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais vai se reunir na próxima segunda-feira (30/11/09), às 14 horas, no Auditório, para debater o Projeto de Lei (PL) 4.548/98, que está tramitando no Congresso Nacional. o PL pretende modificar o artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/98), que considera crime ferir, mutilar, cometer ato abusivo e maus-tratos contra animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos. A proposição pretende retirar a expressão "domésticos ou domesticados", sob o argumento de que a realização de rodeios e vaquejadas tem sido prejudicada pela atual legislação.

A lei em vigor determina que serão penalizados aqueles que realizarem experiências dolorosas ou cruéis em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos. A pena é aumentada de um sexto a um terço no caso da morte do animal, varia de três meses a um ano de detenção, e multa. O deputado Durval Ângelo (PT), que solicitou a reunião, disse que pretende sensibilizar os senadores e deputados federais mineiros para que votem contra o projeto. "Quem pratica a crueldade contra animais é capaz de praticar também contra o ser humano", defendeu o parlamentar.

Foram convidados para a reunião o ministro de Estado do Meio Ambiente, Carlos Minc; o deputado federal Ricardo Tripoli; o deputado Feliciano Filho, da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo; o desembargador Gilberto Passos de Freitas; o procurador de Justiça, Luiz Carlos Teles de Castro; o presidente da Comissão de Direitos Urbanísticos da OAB e presidente da Liga de Prevenção da Crueldade contra os animais, Edna Cardozo Dias; a atriz e membro da ONG Movimento Humanos Direitos, Letícia Sabatella; a presidente da ONG Instituto Nina Rosa, Nina Rosa Jacob; o promotor de Justiça da Comarca de São José dos Campos, Laerte Fernando Levai; e a atriz e ativista pelos direitos animais, Luisa Mell.


http://www.almg.gov.br/not/bancodenoticias/Not_771002.asp




ANIMAL DOMÉSTICO – todos os animais que são adquiridos por meios tradicionais e sistematizados de manejo e melhoramento zootécnico, tornando-se domésticos ou domesticados, possuindo características biológicas e comportamentais em estreita dependência do homem, podendo inclusive apresentar aparência variável, diferente da espécie silvestre que os originou. GAETA, Alexandre. Código de Direito Animal. Madras Editora, 2003, p. 21


OBRIGAÇÃO DE AGIR
"Nós, ativistas pelos Direitos Animais, onde quer que estejamos, e conscientes da senciência dos animais não-humanos não podemos fechar nossos olhos nem calar nossa consciência inquieta por defender os que não têm como fazê-lo. Temos obrigação de agir, lembrando que somos providos de racionalidade. Essa, que torna-se arrogante, ao ser usada para beneficiar a nossa espécie e ao considerar que as outras espécies existem para nos atender. Infelizmente, o que vemos ao nosso redor, é o uso dessa racionalidade de forma irresponsável, usando, torturando, aprisionando os outros animais que têm o mesmo direito à vida e de estar neste Planeta. A racionalidade humana é um bem precioso, que nos traz a responsabilidade maior de usar a inteligência para beneficiar tudo e todos, e não para destruir tudo e todos, incluindo a nossa própria espécie."

Cão filhote para adoção - Fortaleza/Ce

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Amigos, esta coisa linda está precisando de um lar....

Macho, aproximadamente 05 meses.

Contato: Luce   lmmarques@sfiec.org.br ou  Cel: 8600-0062



Vitória contra a crueldade

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Selfridges finalmente para de comercializar foie gras, no Reino Unido




Por Lobo Pasolini e Joana Bronze (da Redação)

Depois de anos de intensa campanha, a loja de departamentos inglesa Selfridges finalmente anunciou que vai parar de estocar foie gras. Foie gras significa literalmente “fígado gordo” e resulta da superalimentação forçada de gansos e patos, que têm cerca de dois quilos de comida despejadas em seu estômago através de um funil, todos os dias. Isso seria como forçar uma pessoa a ingerir quinze quilos de comida por dia e resulta em um fígado cirrótico, que caracteriza o foie gras.

Mais de 5 mil pessoas preocupadas enviaram e-mails, fizeram telefonemas e protestos para a rede varejista. Todo este trabalho duro valeu a pena: a Selfridges se comprometeu a interromper a venda de foie gras para sempre.

A campanha contou com o apoio do ator Sir Roger Moore, famoso como o espião 007, e esse sucesso, embora não ponha um fim a essa indústria infeliz, fecha mais uma porta para ela. A produção de foie gras é proibida na Inglaterra e nenhum supermercado no país estoca o produto. A produção de foie gras, popular entre os franceses, é marcada por requintes de crueldade, mas vale lembrar que todo produto animal é caracterizado por dor, sofrimento e morte.

Mais uma vitória em nome dos animais foi conquistada, mostrando que a atitude de cada um faz a diferença.

Com informações da PETA

Fonte: Agência de Notícias de Direitos Animais

Absurdo em SP: Venda de carne de cachorro!

Tripoli solicita investigação de coreanos presos por venderem carne de cachorro




São Paulo (13 de novembro) - O deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP) solicitou nesta sexta-feira que o Ministério da Justiça investigue a situação jurídica de quatro cidadãos sul coreanos presos por manter um abatedouro de cães na cidade de Suzano (Grande São Paulo). Em ofício enviado ao Ministério, Tripoli questiona a permanência dos cidadãos no Brasil. Além de matar, os estrangeiros comercializavam a carne dos animais em restaurantes orientais na região central da capital, o que é ilegal.

TRABALHO ILEGAL

No documento, o parlamentar paulista solicita informações ao Departamento de Estrangeiros da pasta sobre a categoria e prazo do visto expedido aos coreanos (temporário ou permanente). Tripoli também quer saber se havia autorização do governo brasileiro para que eles exercessem alguma atividade profissional no país.

LEI TRIPOLI

Durante coletiva à imprensa, o delegado que comandou as investigações, Anderson Gianpaoli, ressaltou a importância da Lei Tripoli de Proteção Animal para punir a quadrilha. "A lei estadual 11.977 prevê que animais domésticos não podem ser criados para o consumo. Isso foi fundamental para deter os coreanos. Com base na legislação conseguimos enquadrá-los por crueldade contra animais, formação de quadrilha, crime contra o meio ambiente e crime contra o consumidor", explicou.

Na avaliação de Tripoli, que acompanhou as diligências, os crimes cometidos são "horrorosos" e representam uma ameaça para a defesa animal e saúde pública. "Encontraram 60 kg de carne canina resfriada, dois gatos mortos e equipamentos usados nos abates. É uma atrocidade sem limites", lamentou. O deputado adiantou que continuará acompanhando o inquérito policial e questionará o Ministério Público Federal sobre a possibilidade de extraditar os sul coreanos.

Fonte: Assessoria do deputado

Outras informações:

Felipe Cabral
Assessoria de Imprensa MTB 7355 - JP/DF

Gabinete do Deputado Ricardo Tripoli - PSDB/SP
Fone: (61) 3215-5241 / Fax: (61) 3215-2241
Câmara dos Deputados, Anexo IV Gabinete 241 – Brasília DF – CEP: 70900160




Infeliz campanha

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Clique na Imagem para ampliar.


http://www.fundocristao.org.br/. E-mail: apadrinhamento@fundocristao.org.br





Tenho a impressão de que os fundadores do Fundo Cristão na época em que começaram a dedicar seu tempo cuidando de crianças órfãs não teriam pensando numa campanha tão mesquinha a pretexto de ajudar seus protegidos. Na verdade, não sei se realmente entendi o objetivo da campanha...mostrar que as crianças também precisam de ajuda? E qual é a relação do João com o Leco, se os "Leco" são minoria, boa parte dos animais são mesmo é como o João.  Receio que pareça hostil mas, não suporto injustiças, e quem criou/criaram essa campanha foi movido por qualquer coisa menos por um sentimento verdadeiro de ajudar essas crianças, talvez algo o/os incomode no modo como as pessoas no mundo todo estão se sensibilizando com os direitos dos animais e percebendo o seu valor como seres sensíveis, e não, como “coisas” que em dado momento, dependendo de nossas conveniências, “nos servem” ou “não servem para nada”. Não existe os “que ajudam animais” e os “que ajudam crianças”, não existe causa mais ou menos nobre, uma vez que animais e humanos precisam de ajuda e sofrem na mesma medida. VIDE: Porque não vão defender as crianças com fome?



Transcrevo um comentário pertinente de outra protetora:

"Boa Noite!




Primeiramente quero parabenizá-los pelo trabalho que a entidade e padrinhos fazem. Num país deste tamanho, com tanta miseria, com tantas injustiças, é louvável o trabalho de amparo a crianças, idosos e tantas outras pessoas necessitadas.



Lecos e Joãos são uma realidade em nosso país hoje. Temos Lecos com comida, casa, médico e carinho e temos Joãos sem nada, assim como existem milhares de Lecos exatamente igual ao João da Campanha de vossa entidade, bem como Joãos como o Leco, com tudo e mais um pouco.



Achei muito infeliz a comparação de vossa campanha de apadrinhamento, pois quem vê somente o lado do João, esquece que existem muitos Lecos nas ruas sendo maltratados, mutilados, mortos e torturados pelos "humanos" e nesta comparação o Leco ainda sai com mais uma desvantagem: ele não sabe falar, quem pode falar por ele é um João, que se bem orientado pela familia, pelas entidades assistenciais, pelos professores nas escolas e pelos padrinhos pode, um dia quando for adulto, adotar um Leco e dar a ele alimentação, um teto, assistencia veterinaria e muito carinho e receber um amor incondicional para o resto de sua curta vidinha. Mas isto so acontecerá o dia que os "humanos" deixarem de pensar que "é só um animal", porque eles sentem fome, frio, saudade, dor e tristeza pelo abandono e maus tratos.



Eu não apadrinhei nenhum João através de vossa entidade, no entanto, aprendi com a minha mãe que posso fazer o bem a todas as pessoas, crianças, jovens, adultos e idosos e o faço com o maior amor e carinho.



O fato de fazer o bem a "humanos" não me impede de ser uma protetora e defensora de animais fazendo um trabalho de formiguinha, cuidando de um bichinho abandonado hoje, outro amanha, tentando fazer os "humanos" entenderem que para amar humanos, não é pré requisito NÃO amar os animais, ou ignorar as suas dores e necessidades.



Se voces observarem bem onde mais tem animais, é justamente em locais bem pobres, sabem porque? Os Lecos não se importam se o seu dono humano é pobre ou rico, bonito ou feio, se tem carro do ano´ou não, indiferente a isso tudo ele so quer um pouquinho de amor, um pouquinho de comida em troca de seu AMOR INCONDICIONAL.



Vossa entidade se chama Fundo CRISTÃO para Crianças: pois bem, o exemplo do CRISTO, está aí para que todos sigamos e ele em momento algum nos ensinou a discriminar nossos irmãos menores. Os Lecos assim como o Cristo, nos amam incondicionalmente, mesmo cometendo erros, como seres imperfeitos que somos, eles nos amam incondicionalmente.



Procuro diariamente seguir o conselho de Jesus: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Para mim não tem diferença entre um João e um Leco, eles são o próximo para mim.



Vossa entidade tem acesso a tantas pessoas, pode fazer um belo trabalho conscientizando estas crianças apadrinhadas, da importancia de protegerem estes seres que não tem voz própria, que são extremamente maltratados, abandonados, que morrem de fome, de frio, de doenças e muitos de tristeza tambem, por terem sido abandonados já velhos porque ficaram cegos, ou porque estavam doentes e não "prestavam para mais nada".



Hoje, existe no mundo todo, tratamentos para crianças e até para adultos, com cães, com cavalos.

Tenho uma amiga que faz um trabalho voluntário em 5 entidades de Curitiba com 6 cães que ela adotou de canis porque as cachorras não eram mais "produtivas" e no entanto esses seres improdutivos estão fazendo o bem a crianças com deficiencias e idosos que estão em asilos, vários abandonados como muitos Lecos que existem pelas ruas de todas as cidades de nosso país.



Pesquisem, pensem, amem estes seres "animais" sem julgá-los inferiores ou menos merecedores de todo o nosso respeito e quem sabe, com o amadurecimento deste sentimento, deste respeito, na próxima Campanha de Apadrinhamento de vossa entidade, a foto do cartaz não seja a de um João com um Leco no colo!

A Proteção Infantil pode perfeitamente caminhar lado a lado com a Proteção Animal e aos poucos ir conscientizando o humano da importância de cuidar das crianças e dos animais. Ensinando a criança, podemos mudar o mundo!



Atenciosamente,



Suzete Santos"


Fonte: Rede Bichos

Eventos de Adoção

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

13-11-2009  Feira de Doação - Alphaville -  Barueri  SP
14-11-2009  Feira de Adoção SAVA - Ipiranga -  São Paulo  SP
14-11-2009  Feira de Adoção Deixe Viver - Gopouva -  Guarulhos  SP
14-11-2009 - 15-11-2009  Dia do Cão e Gato Felizes - Patas e Patas & NorteShopping  Rio de Janeiro  RJ
14-11-2009 - 15-11-2009  Feira de Adoção dos Amigos dos Bichos - Ipiranga -  São Paulo  SP
14-11-2009  Feira de Adoção da APA - Centro -  Botucatu  SP
14-11-2009  CCZ-SP - Cães e Gatos - Santana -  São Paulo  SP
14-11-2009  Feira de Adoção Pet Show - Nova Petrópolis -  S. Bernardo do Cam...  SP
14-11-2009  Feira de Adoção de Caes e Gatos - Satélite -  São José dos Cam...  SP
14-11-2009 - 15-11-2009  Feira de Adoção do Norte Shopping - Cachambi -  Rio de Janeiro  SP
14-11-2009  Feira de Adoção APAA - Sto Amaro -  São Paulo  SP
14-11-2009  Campanha de Adoção de Animais - Mossuguê -  Curitiba  PR
14-11-2009  Feira de Adoção -  Santo Amaro da Imp...  SC
14-11-2009  Feira Adoção Animais D. Francisca - V. Mascote  São Paulo  SP
14-11-2009  Feirinha de Adoção VOZ ANIMAL - Moema -  São Paulo  SP
14-11-2009  Feira de Doação Aubrigo - Alphaville -  Barueri  SP
15-11-2009  Evento de Adoção Fofuras - Centro Cívico -  Curitiba  PR
15-11-2009  Evento de Adoção Arca dos Bichos - Cidade Baixa -  Porto Alegre  RS
21-11-2009  Feira de Adoção DEIXE VIVER - Jd. Moreira -  Guarulhos  SP
21-11-2009  Feira de adoção USRD - Pompéia -  São Paulo  SP
21-11-2009  Feira de Doação - Alphaville -  Barueri  SP



Fonte: Olhar Animal

Dia Vegano 2009

palestras . oficinas . debates . vídeos . lanches veganos . demonstrações culinárias . feira grátis

Viva e deixe viver.

14 de novembro, sábado
8:30h às 17h
Na Faculdade Arnaldo. R. dos Timbiras, 560. BH . MG

Entrada franca

Realização: Coletivo Gato Negro

Programação
Ambiente 1 – entrada na Rua Ceará, 864 – ao lado da Capela do Colégio Arnaldo
08:30 – Aula aberta de Ioga com Rodrigo Rodarte
10:00 – Oficina de culinária viva com Guilherme Nogara
12:00 – Almoço
13:00 – Oficina de carteiras ecológicas com reutilização de caixas tetra pak – Anderson
14:00 – Oficina de culinária vegana com Elizabeth Moura
15:30 – Oficina de culinária com Luisa Quituts

Ambiente 2 – entrada na Rua Timbiras, 560
10:00 – Mostra do filme Uma Vida Interligada (A Life Connected)
11:00 – Lançamento do Livro “Escrítos Éticos & Picaréticos” de Dennis Zagha Bluwol (SP) com a presença do autor
13:00 – “Pesquisa sobre perfil de veganos no mundo” com David Turchick (SP)
14:00 – Debate sobre freeganismo e mostra do filme A História das Coisas (The Story of Stuff)
15:00 – Palestra “Alimentação Natural” com Ana Cimbleris
16:00 – Roda Vegana – bate-papo aberto, livre e descontraído com tod@s @s presentes



Instituição de caridade fecha e 83 gatos podem ser sacrificados na Inglaterra

segunda-feira, 2 de novembro de 2009



Com a crise financeira, doações caíram drasticamente, fazendo com que entidade tenha que fechar as portas

Apesar da ligeira melhora no cenário econômico mundial, a recessão continua fazendo suas vítimas. Os gatinhos fofos que você vê acima têm apenas mais seis dias de vida. Os animais, que foram abandonados ou viviam na rua, eram cuidados pela instituição de caridade Decoy Kitten Rescue, localizada no oeste da Inglaterra. A instituição, no entanto, terá que fechar as portas por falta de doações. Quando isso ocorrer, os 83 gatos dos quais cuida terão de ser sacrificados.

Segundo os funcionários da Decoy, a recessão fez com que as doações ficassem cada vez mais raras, até que chegasse ao ponto da instituição precisar fechar as portas. Se não for possível encontrar um novo lar para os bichanos até a próxima quarta-feira (04/11), os gatos serão mortos com injeções letais.

A Decoy foi criada há três anos por dois amantes de animais, Claire e John Hardwicke. “Parte meu coração porque parece que nós condenamos esses bichos à morte. Se não encontrarmos outro lugar para eles, não teremos outra alternativa a não ser sacrificá-los”, disse Claire ao jornal britânico "Daily Mail".

“A recessão tem sido um pesadelo para as instituições de caridade de animais. Muitas pessoas estão abandonando seus bichos simplesmente porque não podem pagar a conta do veterinário”, completa.

O telefone da Decoy para doações ou adoções na Inglaterra é 07904 733126.


Fonte: Época Negócios

Para quem ainda não assistiu: EARTHLINGS

sábado, 31 de outubro de 2009




EARTHLINGS (Terráqueos) é um documentário sobre a absoluta dependência da humanidade em animais (para companhia, comida, roupa, entretenimento e pesquisa científica), mas também demonstra nosso completo desrespeito por estes chamados "provedores não-humanos". O filme é narrado pelo indicado ao Oscar Joaquin Phoenix (GLADIADOR) e apresenta música pelo artista de platina renomado pela crítica Moby.

Com um estudo profundo em pet shops, fábricas de filhotes e abrigos de animais, como também em fazendas industriais, o comércio de couro e de peles, as indústrias de esportes e entretenimento, e finalmente a profissão médica e científica, EARTHLINGS usa câmeras escondidas e imagens nunca antes vistas, para demonstrar as práticas cotidianas de algumas das maiores indústrias do mundo, todas as quais dependem totalmente de animais para o lucro. Poderoso, informativo e provocador, EARTHLINGS é de longe o documentário mais compreensível já produzido na correlação entre a natureza, animais, e os interesses econômicos humanos.

Assista aqui a versão legendada em Português:
Parte 1:

Parte 2:

Parte 3:

Parte 4:

Parte 5:

Parte 6:

Parte 7:

Parte 8:

Parte 9:

Parte 10:




Caminhão superlotado de bezerros é apreendido em MG

Veículo tinha suporte de madeira improvisado para transportar 181 animais.
Motorista teria dito que pegou caminhão carregado e levaria até um posto.

Fiscais do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) apreenderam um caminhão lotado de bezerros. Muitos animais morreram durante a viagem. Para transportar tantos animais, foi improvisado um suporte de madeira.

No veículo, com capacidade para 80 bezerros, havia 181 animais. Noventa por cento eram recém-nascidos. Nessas condições, falta ar. Trinta e nove animais morreram.

O motorista tentou fugir da fiscalização. Ele vai responder por maus-tratos e transporte irregular. Ele teria dito que pegou o caminhão já carregado na cidade de Carmo do Paranaíba (MG) e iria levá-lo a um posto da BR-040. “Só sei que iria passar a mercadoria para outro caminhão”, disse ele.

O dono dos animais não foi identificado. Neste caso, o proprietário do caminhão recebeu uma multa.

Todos os bezerros são machos e de raça leiteira, o que reforça a suspeita de que os animais saíram de uma fazenda do interior de Minas Gerais. Os fiscais acreditam que os animais seriam levados a um abatedouro clandestino.

Os bezerros não tinham a guia de transporte animal. O documento que informa a origem, o destino e a vacinação do rebanho.

Fonte: Globo.com

Dia Mundial Vegano

quarta-feira, 28 de outubro de 2009



O dia 1º de Novembro é marcado pelo Dia Mundial Vegano ("World Vegan Day", em inglês), que é comemorado desde 1994, quando a Vegan Society da Inglaterra comemorou 50 anos de criação.

O QUE É VEGANISMO?*

Veganismo é uma filosofia e um estilo de vida baseados no respeito aos outros animais. Veganos entendem que criaturas sencientes** tem seus próprios interesses, entre os quais o principal e mais óbvio deles: continuarem vivos. Por esse motivo, os veganos buscam abolir o consumo de quaisquer produtos de origem animal, sejam eles alimentares ou não. Veganos são, por definição, vegetarianos***, ou seja, não consomem nenhum tipo de produto de origem animal em sua alimentação (carnes bovina, suína, de aves, de peixes, de invertebrados, ovos, leite e derivados, mel, gelatina, etc.). Veganos também buscam não utilizar produtos que tenham sido testados em animais ou produzidos utilizando-se ingredientes ou processos produtivos que envolvam animais, o que se estende ao vestuário (restrição ao uso de couro, peles, lã, seda, etc.), ao entretenimento (restrição aos circos com animais, rodeios, zoológicos, rinhas, farras-do-boi, vaquejadas, etc.) e ao uso de animais em rituais religiosos.

Os fundamentos do veganismo são basicamente éticos: o reconhecimento de que animais possuem o direito à vida e ao bem-estar, e que não temos o direito de explorá-los de forma alguma. Veganos também se preocupam com o meio ambiente e divulgam ativamente as consequências da pecuária para o processo de devastação de florestas, a poluição do solo, das águas, o efeito estufa e outros impactos que atingem animais não-humanos
e humanos. Veganos também estão, frequentemente, envolvidos com a causa animal, pois acreditam que apenas se abster de lhes causar mal não é suficiente, que se faz necessário lutar por seus direitos.

Prefeitura busca parceria para tirar gatos das praças

terça-feira, 27 de outubro de 2009



Para uns, os gatos abandonados em espaços públicos só trazem sujeira e incômodo. Na visão de outros, merecem cuidado e carinho. A Prefeitura está elaborando uma estratégia para organizar feiras de adoção com os animais.


Roberta Felix
Especial para O POVO
robertafelix@opovo.com.br

Eles já fazem parte da população das praças e parques da Cidade. No Bosque Eudoro Correia, conhecido como Praça das Plantas, na Aldeota, vivem cerca de 40 gatos abandonados, sujeitos a doenças e maus tratos. Mas que contam também com o esforço de pessoas dedicadas a alimentá-los e tratá-los. Segundo a coordenadora do Centro de Controle de Zoonoses, Evanisa Ventura, a Prefeitura está estudando uma estratégia para amenizar o problema dos animais abandonados em Fortaleza.

A Secretaria Executiva Regional II promoveu ontem uma ação de conscientização entre os frequentadores e vacinação antirrábica para os animais do local. Os que apresentavam sintomas de doenças foram recolhidos pelo Centro de Controle de Zoonoses.

Segundo a coordenadora, a Prefeitura pretende fazer uma parceria com as entidades protetoras de animais para fazer feiras de adoção. Ela explica que os animais precisam estar vermifugados, vacinados e saudáveis. ``Só essa ação como a de hoje não vai resolver. A ideia é fazer parcerias com ONGs para conseguir espaços nos abrigos``.

A União Internacional Protetora dos Animais (Uipa) apoia as feiras de adoção e os tratamentos de saúde para os animais. A entidade realiza 200 castrações a baixo custo por mês. ``É uma questão de saúde pública. Mas o melhor para o controle da população de cães e gatos é a esterilização, que tem de ser feita pelo poder público``, argumenta a presidente da Uipa, Geuza Leitão.

A médica veterinária da SER II, Lúcia Caminha, observa que os gatos abandonados podem contrair raiva, Larva Migrans (bicho geográfico), toxoplasmose, sarna, verminose, inflamações nos olhos e orelhas, entre outras doenças. As pessoas podem se contaminar por meio do contato com a pele ou com a areia suja por fezes e urina, além de arranhões ou mordidas dos animais.

Entre as pessoas que frequentam e trabalham no local, há quem ajude os animais e quem queira ver a praça livre deles. Alguns se queixam do mau cheiro e dos restos de comida e fezes deixadas pelos gatos. ``Tem gatos demais, ficam todos doentes e sujam a praça. Deveriam levar para outro lugar``, diz a vendedora Joseni Soares, 34.

Quem ajuda os animais teme que outros façam alguma maldade com eles. ``Trazemos ração e água todos os dias e, quando eles adoecem, eu levo pro veterinário``, conta Evenir Vieira, dona de um dos boxes de venda de plantas. ``Eles não têm culpa de serem abandonados``, afirma.


Fonte: O Povo

V FEIRA DE ADOÇÃO DE ANIMAIS - AMANHÃ!!

sábado, 24 de outubro de 2009

Grupo de Apoio ao Bem Estar Animal (GABA) promoverá sua 5º feira de adoção no Shopping Benfica!

Se estiver interessado em adotar um companheiro de 4 patas, não esqueça de trazer RG e comprovante de residência.

Polícia apreende animais usados em ritual religioso

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Dezenas de animais, bebidas e objetos utilizados em cultos de religiões com matrizes africanas foram encontrados na orla da Praia Grande, na Baixada Santista, na madrugada desta sexta-feira. De acordo com a Guarda Civil Ambiental, um grupo de pessoas que estava com os objetos na praia Ocian fugiu após avistar a equipe que fazia o patrulhamento na orla, deixando tudo no local, inclusive os animais.

O proprietário tem até 48 horas para retirar os objetos na Secretaria de Finanças (Sefin) mediante pagamento de multa de R$ 341,55, mais taxa de R$ 2,28 por unidade. O inspetor da Guarda Civil Ambiental, Elizeu Alves de Melo, explica que o município não proíbe a prática de cultos de qualquer religião, mas que existe uma lei que disciplina esses eventos e que praticar crueldade contra animais é crime. Porém como os animais não foram maltratados ou sacrificados, a ocorrência não foi criminal.

O Presidente da Federação Nacional da Religião Orixá (Fenorixa), Gladston Bispo, entidade que reúne 1007 terreiros de Candomblé e Umbanda da Baixada Santista e da Grande São Paulo, acredita que a ação tenha sido praticada por pessoas "desprovidas de conhecimento" que vivem em outros Estados ou ainda por pessoas de outras religião que tiveram a intenção de denegrir a imagem das religiões africanas.

Fonte: Diário do Nordeste

Adoção de Lis e Mafalda - Fortaleza/Ce

quarta-feira, 21 de outubro de 2009




A Lis e a Mafalda são duas irmazinhas encontradas a mais ou menos um mês e estão prontas para adoção! São muuuuito ativas e carinhosas!

Informações sobre a adoção: (85)8787.3613 (Aline)

Audiência de policial que atirou em cachorro de rua é adiada

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

O caso do cachorro Branco, que levou um tiro de um Policial Militar em outubro do ano passado, terá que esperar ao menos mais cinco meses por uma decisão judicial. Nesta quinta-feira, 15, a quarta audiência, que seria para oitiva de testemunhas, foi adiada para o dia 5 de março de 2010, porque o promotor não pôde comparecer.

Branco foi atingido no dia 3 de outubro de 2008 após reagir em defesa do seu dono, o morador de rua Cristiano dos Santos, conhecido como Índio. Cristiano, segundo testemunhas, estava sendo abordado de forma agressiva pelo policial, Wellington Mariano, quando Branco começou a latir em defesa do dono e recebeu o tiro, em frente ao prédio da Câmara Municipal de Salvador, onde dormia ao lado de Ìndio.

Na quarta, 14, o policial e testemunhas iriam prestar depoimento em audiência, já que não houve conciliação do cas, que está no 1º juizado Especial Criminal. O promotor do Meio Ambiente, Luciano Santana, havia proposto ao soldado PM uma pena alternativa, onde teria que ressarcir os custos do tratamento veterinário do animal (R$ 1.110) e prestar serviços comunitários de oito horas diárias, durante seis meses. Welington não aceitou a proposta.

Desde o último sábado, Branco está internado em clínica veterinária em Itapuã para cuidar de um tumor de stick. Como Índio não fica mais na praça municipal, Branco, atualmente, acompanha o morador de rua conhecido como Capenga (Gilson), com quem sempre dorme ao lado, conforme informou Priscila.

Fonte: A Tarde Online

Não basta apagar o fogo...




O universo é um, não importa se somos um monte de átomos que forma a espécie (animal) humana, vegetal, estrelar... somos poeira atómica do mesmo sistema, do mesmo universo, não somos nem mais nem menos.
O que nos faz maior ou menor é isso, esse gesto sublime que vem da chama divina que cada um possui mais ou menos acesa (alguns esquecem ou desconhecem que a possuem) dentro de si.

Enviado por e-mail.

Aconteceu! McDia(IN)Feliz.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009














Manifestação durante o McDia (In)Feliz em frente ao McDonald’s dentro de um shopping em São Paulo

Marcando a primeira manifestação da Vegan Staff Capitulo São Paulo, nesse dia 25 de Agosto de 2007 a Vegan Staff SP realizou um protesto contra a farsa do MC DIA FELIZ, em frente à uma de suas lojas, no terceiro andar do Shopping Santa Cruz, localizado na Vila Mariana - São Paulo.

Tendo um caráter pacífico, a manifestação contou com a presença de cerca de 20 manifestantes, e com o apoio técnico do VEDDAS - www.veddas.org.br.

Foi realizada a exposição de duas faixas que foram erguidas ao teto do recinto por meio de bexigas infladas com gás hélio, levando as seguintes mensagens à vista dos comensais:

“MC CÂNCER” – faixa erguida na frente da loja do McDonald’s.

“365 dias promovendo o Câncer e em 1 vai combatê-lo?”

– faixa erguida no saguão principal da praça de alimentação do shopping.

Enquanto a ação com os balões acontecia, houve uma panfletagem nas mesas da praça de alimentação com informações sobre a empresa e a sua hipocrisia em promover esta data para combater o câncer.


Mais informações e imagens pelo site www.veganstaff.org
Assista ao vídeo da ação aqui.
Fonte: VEDDAS












Vítimas da insanidade: Brigas de casais às vezes acabam em violência contra animais de estimação

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Por Adriane R. de O. Grey (da Redação- Austrália)

No último mês de julho, Lucy, uma yorkshire terrier de 2 kg, foi covardemente espancada durante uma briga doméstica. Donnell Walters, 22 anos, bateu impiedosamente na cachorrinha depois de uma discussão com seu namorado, tutor de Lucy. Walters bateu em Lucy e atirou-a continuamente no chão, esmagando uma de suas patinhas.

Lucy teve a pata operada e reconstituída. Foto: Reprodução WPIX

Após o incidente, o tutor de Lucy ligou para a ASPCA denunciando o ocorrido. Lai não teve facilidade para achar Walters no início da investigação. O agente da ASPCA usou uma série de recursos dentre os quais o Facebook foi o mais determinante para que ele finalmente pudesse prender o suspeito no dia 11 de setembro, nos Estados Unidos.

Walters foi acusado por ter deliberadamente praticado crueldade contra o animal e pode passar até dois anos na cadeia.

“Lucy foi a vítima inocente de um conflito doméstico”, disse Stacy Wolf, vice-presidente e conselheira-chefe legal da ASPCA HLE, que atua no estado de Nova Iorque. “Ainda que este seja um incidente extremamente infeliz, é bom saber que a justiça criminal está tratando-os com a seriedade que crimes como este exigem”.

Lucy foi levada ao Bergh Memorial Animal Hospital da ASPCA. Ela teve a pata operada e reconstituída. Os danos causados pela insanidade de Walters foram extensos, o que exigiu o uso de pinos e de uma placa de metal para tornar a reconstituição viável. Lucy retornou a seu tutor e, tanto quanto possível, recupera-se bem.

Homenagem a Taz

No outro lado do mundo, um outro caso moralmente indefensável acontecia em agosto. Na Austrália, Taz, um labrador amarelo de 8 anos de idade, foi levado ao veterinário para ser “eutanasiado”/ “put down”, ou melhor “assassinado”/ “murdered”. Seu tutor, se é que o indivíduo em questão pode assim ser chamado, livrou-se de Taz para vingar-se sua mulher, com quem tinha tido uma briga.

No estado de Nova Gales do Sul [New South Wales], Austrália, a eutanásia é um procedimento legal. Não interessa o motivo pelo qual um dono a solicite a um veterinário. Não digo tutor e sim dono, porque só o último conceito dá o poder de cuidar ou se desfazer sobre o que quer que seja a posse/propriedade. Tutor é provedor e responsável, cuida e protege, não mata.

O motivo mais comum que leva as pessoas a buscar a “eutanásia” nos consultórios veterinários é obviamente a conveniência humana: “meu animal já viveu bastante e agora eu preciso viajar”, “está ficando velho”, “coça-se muito, acho que está muito doente”, “vou me mudar, não tenho espaço na nova casa”… Alguns até dizem que o cão é agressivo para terem um argumento mais consistente. Não há no entanto, nenhum tipo de teste de comportamento feito no animal, a palavra do dono predomina em absoluto. No entanto, isso nem seria necessário. Desde que o dono pague propriamente por seu pedido, a “eutanásia” será efetuada sem nenhum constrangimento pelo veterinário, que acredita estar “contribuindo com sua parte para (o) belo quadro social”, oferecendo ao animal uma morte digna e indolor. Ouso dizer que é raro ouvir sobre um cão que tenha sofrido morte natural.

Animais indesejados também podem ser levados ao Centros de Controle de Zoonoses, onde, dependendo da política preponderante em cada município, são “eutanasiados” ou encaminhados para adoção.

É, infelizmente, uma situação absurda e vergonhosa, que revela que desenvolvimento econômico não necessariamente implica em desenvolvimento moral e que reforça o conceito equivocado de que um animal não-humano não é um ser sensciente, mas um mero produto, uma mercadoria sujeita a ser descartada no momento que bem convier ao dono.

Devido a esta cultura antropocêntrica, Taz, que era um cão sofrido, mas muito dócil, teve a vida brutalmente ceifada. Nestas poucas linhas, presto a ele minha pequena homenagem. Que bom que Lucy teve mais sorte.

Em nome de Lucy e de tantos outros resgatados, ativistas convocam os cidadãos norte-americanos e de outros países a não se omitirem diante da crueldade praticada contra um animal. E reforça que denunciá-la é importante não somente para a causa animal, mas para toda a sociedade, pois alguém capaz de machucar um animal não-humano é igualmente capaz de machucar seu semelhante.

Saiba como denunciar crueldades contra animais:

Exemplos de maus-tratos

- Abandonar, espancar, golpear, mutilar e envenenar;
- Manter preso permanentemente em correntes;
- Manter em locais pequenos e anti-higiênico;
- Não abrigar do sol, da chuva e do frio;
- Deixar sem ventilação ou luz solar;
- Não dar água e comida diariamente;
- Negar assistência veterinária ao animal doente ou ferido;
- Obrigar a trabalho excessivo ou superior a sua força;
- Capturar animais silvestres;
- Utilizar animal em shows que possam lhe causar pânico ou estresse;
- Promover violência como rinhas de galo, farra-do-boi etc..

Outros exemplos estão descritos no Decreto Lei 24.645/1934, de Getúlio Vargas.

Fonte: Agência de Notícias de Direitos Animais